A impressionante orquestra vegetal
Daqui a pouco, aí embaixo, você vai poder dar um play. Mas, antes, leia um pouco sobre esta impressionante união de luthiers vegetais, que também são músicos profissionais e nunca usam o mesmo instrumento por duas apresentações seguidas. Falo da Gemuese Orchester, fundada em Viena há quase dez anos (o aniversário é em fevereiro próximo). É assim: cedinho, eles vão à feira. Sim, em Viena tem feira-livre e até Coca-Cola, me disseram. Então, vão para casa, limpam os alimentos, furam, vincam, modificam, manuseiam, goivam, o que for necessário para o som ficar bacana. E guardam tudo o que não foi aproveitado e metem numa panela. Então ensaiam.
Eles são em treze, o que agradaria muito ao Velho Lobo: onze no campo, mais um técnico (de som) e um artista gráfico (que massageia os olhos do público, pra não perder essa metáfora zagalal). E quem vai assistir a um show deles sai satisfeito mesmo: além do som misturando um monte de tendências, inclusive eletrônicas, o público ainda pode se fartar de uma deliciosa sopa de vegetais. Tocam muito na Europa e na Ásia. Nunca vieram ao Brasil, mas talvez eles ficassem assustados com as feiras daqui, hoje em dia. Eram muito melhores vinte anos atrás, quando meu pai e seus amigos trabalhavam nelas. Hoje os artistas teriam que ir até um varejão (ou, na era do poiliticamente correto, num hortifruti).
A orquestra vegetal tem em seu site uma área de perguntas e respostas cuja primeira página beira o nonsense, mas entende-se que eles tenham primeiro que explicar que aquilo não é um happening, mas que aquilo happens pra eles. Na segunda página, no entanto, questões muito mais relevantes. Vão lá e confiram por si mesmos.
Ah, o tal vídeo, quase que eu esquecia. Aqui embaixo, aprecie!
Eles são em treze, o que agradaria muito ao Velho Lobo: onze no campo, mais um técnico (de som) e um artista gráfico (que massageia os olhos do público, pra não perder essa metáfora zagalal). E quem vai assistir a um show deles sai satisfeito mesmo: além do som misturando um monte de tendências, inclusive eletrônicas, o público ainda pode se fartar de uma deliciosa sopa de vegetais. Tocam muito na Europa e na Ásia. Nunca vieram ao Brasil, mas talvez eles ficassem assustados com as feiras daqui, hoje em dia. Eram muito melhores vinte anos atrás, quando meu pai e seus amigos trabalhavam nelas. Hoje os artistas teriam que ir até um varejão (ou, na era do poiliticamente correto, num hortifruti).
A orquestra vegetal tem em seu site uma área de perguntas e respostas cuja primeira página beira o nonsense, mas entende-se que eles tenham primeiro que explicar que aquilo não é um happening, mas que aquilo happens pra eles. Na segunda página, no entanto, questões muito mais relevantes. Vão lá e confiram por si mesmos.
Ah, o tal vídeo, quase que eu esquecia. Aqui embaixo, aprecie!




