Quer casar? Neil Gaiman vai te ajudar!
Viu esta cena aí em cima? Pois é, foi nas Filipinas. O carinha trocou e-mails com o escritor inglês Neil Gaiman. O padrinho do casamento de Alan Moore, que adora autógrafos diferenciados (até hoje tenho um aqui em casa, de aniversário pra uma pessoa querida, que nunca consegui entregar), topou entrar na dança e, então, quando Maui foi pedir uma assinatura do mestre em sua edição lindona do Sandman...

Cortesia do Maurício Muniz e do pessoal do Antigravidade, o blog sobre quadrinhos e cinema mais bacana que apareceu neste ano — com justiça e pela ordem alfabética, é um dos encabeçadores da blogroll deste DelRey.
Aliás, o Mau está ensaiando faz tempo uma volta aos quadrinhos decente. Todo mundo sabe que ele estava no meio do furacão chamado Pandora Books. Nunca soube exatamente das culpas que envolviam os processos (mas sei que tinha bastante coisa infundada no meio da verdadeira avalanche de ataques que rolou contra a extinta editora no final de sua existência). O Maurício, poucos lembram, conseguiu sair tentando mostrar sua idoneidade, quando emergiu o selo Planetário, para a publicação de (poucos, mas bons) livros, como Mate-me com Ternura (da série Elvis Detetive); A expedição Solar, de Flávio C. Faria; Troquei meu destino por qualquer acaso, da Dóris Fleury; e as parórias O fedor dos Anéis e Barry Trotter. Eles também publicaram uma edição a la absolute (sim, no Brasil a primeira foi deles), com O Corvo, quadrinho de James O'Barr que inspirou a série de filmes para cinema e a série de tevê com o mesmo personagem. Quando vi a edição, com texto exclusivo de O'Barr para o Brasil, ele e o Renato Rodrigues nem deixaram eu ameaçar fazer a pergunta que não queria calar naquele momento e me mostraram o contrato, com tudo bonitinho, pago antecipadamente.
Muita gente, no mercado, não gosta da Pandora. Nem do que ela foi, nem do que ela queria ser, nem de muita coisa relacionada a ela. Realmente, houve cagadas inomináveis, e cito a maior de todas, a publicação toda errada de uma única edição da Wizard, pelo selo Hangar 18, que só trouxe confusão para o rolo todo. Mas, especificamente do Mau, nunca deixei de ser camarada. Ele sabe disso, mas eu achava que deixar público poderia ser uma boa. Agora eu vejo ele colaborando na Mundo dos Super-Heróis, senhora revista informativa, criando o Antigravidade, circulando novamente pelo HQ Mix. Eu acredito que ele vai dar a volta por cima. Afinal de contar, se seu sócio, Leandro Luigi del Manto, foi ser editor da Devir e lá ficou, falta então o Maurício retomar de vez as rédeas. Mesmo porque o mercado de HQs no Brasil, ainda com pensamentos tacanhos (notadamente pessoais) de muita gente que acha que a gente ainda vive nos anos 80 e se esquece que as pessoas mudam, crescem, sofrem, apanham, mas evoluem. Eu acredito nessa evolução e, se o Mau voltar a publicar quadrinhos, quero ser o primeiro a dar a notícia.

Cortesia do Maurício Muniz e do pessoal do Antigravidade, o blog sobre quadrinhos e cinema mais bacana que apareceu neste ano — com justiça e pela ordem alfabética, é um dos encabeçadores da blogroll deste DelRey.
Aliás, o Mau está ensaiando faz tempo uma volta aos quadrinhos decente. Todo mundo sabe que ele estava no meio do furacão chamado Pandora Books. Nunca soube exatamente das culpas que envolviam os processos (mas sei que tinha bastante coisa infundada no meio da verdadeira avalanche de ataques que rolou contra a extinta editora no final de sua existência). O Maurício, poucos lembram, conseguiu sair tentando mostrar sua idoneidade, quando emergiu o selo Planetário, para a publicação de (poucos, mas bons) livros, como Mate-me com Ternura (da série Elvis Detetive); A expedição Solar, de Flávio C. Faria; Troquei meu destino por qualquer acaso, da Dóris Fleury; e as parórias O fedor dos Anéis e Barry Trotter. Eles também publicaram uma edição a la absolute (sim, no Brasil a primeira foi deles), com O Corvo, quadrinho de James O'Barr que inspirou a série de filmes para cinema e a série de tevê com o mesmo personagem. Quando vi a edição, com texto exclusivo de O'Barr para o Brasil, ele e o Renato Rodrigues nem deixaram eu ameaçar fazer a pergunta que não queria calar naquele momento e me mostraram o contrato, com tudo bonitinho, pago antecipadamente.
Muita gente, no mercado, não gosta da Pandora. Nem do que ela foi, nem do que ela queria ser, nem de muita coisa relacionada a ela. Realmente, houve cagadas inomináveis, e cito a maior de todas, a publicação toda errada de uma única edição da Wizard, pelo selo Hangar 18, que só trouxe confusão para o rolo todo. Mas, especificamente do Mau, nunca deixei de ser camarada. Ele sabe disso, mas eu achava que deixar público poderia ser uma boa. Agora eu vejo ele colaborando na Mundo dos Super-Heróis, senhora revista informativa, criando o Antigravidade, circulando novamente pelo HQ Mix. Eu acredito que ele vai dar a volta por cima. Afinal de contar, se seu sócio, Leandro Luigi del Manto, foi ser editor da Devir e lá ficou, falta então o Maurício retomar de vez as rédeas. Mesmo porque o mercado de HQs no Brasil, ainda com pensamentos tacanhos (notadamente pessoais) de muita gente que acha que a gente ainda vive nos anos 80 e se esquece que as pessoas mudam, crescem, sofrem, apanham, mas evoluem. Eu acredito nessa evolução e, se o Mau voltar a publicar quadrinhos, quero ser o primeiro a dar a notícia.




