O motivo da ausência quase total nos últimos meses
Se tivesse só um, era mais fácil. Mas tem mais. O primeiro se chama Flip. O segundo se chama Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Porque, veja, ao contrário de muita gente que conheço do mercado editorial, que diz que consegue ler originais, preparar livros, estar em contato com toda a cadeia de produção, ler livros por prazer, avaliar publicações estrangeiras, produzir textos para sites, jornais e revistas e, com tudo isso, ainda consegue tempo para escrever em seu blog pessoal (o que eu duvido), eu assumo que eu não consigo. E meu dia tem 18 horas úteis, todos os dias, no mínimo.
Por causa disso vocês não ficaram sabendo ainda da entrevista exclusiva de uma hora que eu fiz com Neil Gaiman na Flip, nem dos novos livros que a Aleph está preparando (a saber: A Morte™ tem cura, Aprendendo Inteligência, Teorias do Turismo, Deus não está morto, Mona Lisa Overdrive, O vampiro antes de Drácula e A física dos anjos), nem do HQ Mix que a Pixel ganhou como melhor editora de quadrinhos do ano passado (e é claro que, por ter trabalhado lá em 2007, um pouco da vitória é obviamente minha também), nem dos planos malignos para o futuro que se consolidaram em julho.
Vocês saberão disso a tempo. Mas, pra fazer tudo com calma, esperem passar a Bienal. Porque eu posso não conseguir fazer tudo aquilo que eu listei no meu primeiro parágrafo, mas, se eu abrir mão de alguma coisa, eu até consigo. E se o DelRey tiver que ficar estacionado algumas semanas para o bem maior, ele vai ficar paradinho enquanto eu me movo por outros meios.
Portanto, paciência. Pois, sim, eu ainda estou vivo.
Por causa disso vocês não ficaram sabendo ainda da entrevista exclusiva de uma hora que eu fiz com Neil Gaiman na Flip, nem dos novos livros que a Aleph está preparando (a saber: A Morte™ tem cura, Aprendendo Inteligência, Teorias do Turismo, Deus não está morto, Mona Lisa Overdrive, O vampiro antes de Drácula e A física dos anjos), nem do HQ Mix que a Pixel ganhou como melhor editora de quadrinhos do ano passado (e é claro que, por ter trabalhado lá em 2007, um pouco da vitória é obviamente minha também), nem dos planos malignos para o futuro que se consolidaram em julho.
Vocês saberão disso a tempo. Mas, pra fazer tudo com calma, esperem passar a Bienal. Porque eu posso não conseguir fazer tudo aquilo que eu listei no meu primeiro parágrafo, mas, se eu abrir mão de alguma coisa, eu até consigo. E se o DelRey tiver que ficar estacionado algumas semanas para o bem maior, ele vai ficar paradinho enquanto eu me movo por outros meios.
Portanto, paciência. Pois, sim, eu ainda estou vivo.




