The spectacular story of Mojo Club & The Killer Kittens!
Você já sabe, é toda quinta e nesta, como sempre, eu estarei por lá. Compareça! O esquema de sempre: começa às 6 da tarde (isso é pra quem quer aproveitar mesmo, travar aquele contato amigo com os Mojo DJs antes do bicho pegar fogo, estreitar os laços com o pessoal do Tapas, enfim!) e vai até a hora que você quiser! Uma happy hour duca! Se você chegar até as 21h, peça o seu mojito (o drink oficial da Mojo, claro!), porque, até esse horário, você bebe dois e paga um — mas atenção, se pedir o segundo 21h01, dançou, ok? Agora, se você quiser se estender até depois das 22h, tem que pagar o ingresso para o show que rola no piso superior, ok? Nesta quinta, serão dez pilas. Avisado esteja, cowboy! E não diga que eu não avisei, cowgirl?
Quem toca? Nas picapes, Mojo DJs (Danilo, Gia7 e Delfin) e o convidado da noite, DJ Trepanado. A banda SUITE faz o som no elevado tapístico.
O flyer é da MojoKitten Haydée Kubinhos, artista oficial do Mojo Club:

Gostou? Quer mais? Então saiba que ainda vão rolar uns filminhos com as Smiling Naked Girls! Sim, garotas nuas e sorridentes! Afinal, não se esqueça, o Tapas é um oásis, mas ainda fica na Rua Augusta, 1200 (na real é 1246, mas eu falo 1200 porque é mais fácil de guardar, não é? — do ladinho do Iboritama). Ainda assim você precisa de um mapa? Então tome um mapa! Se você for uma pessoa descolada, ainda pode ser selecionada para figurar na Ilha de Mojos! Duvida? Veja como foi a festa passada, clicando aqui!
Perfecto?
Então aproveito para desfazer um mal entendido que se espalha sem intenção nenhuma de minha parte. Afinal, eu já disse antes que eu tenho alguns papéis na e-ditora, mas eu não sou sócio nem criador da Mojo. Fui o diretor de arte da Mojo, criador das duas versões do logo da editora, do padrão visual dos livros, e hoje sou, neste momento, editor dos Mojo Comix. E me considero, claro, anfitrião das festas do Tapas, junto com Ricardo e Danilo, meus amigos (o Gia há quase vinte anos) e os reais donos da Mojo. Fiquei pensando o porque desse boato ter se disseminado tanto, visto que eu nunca diria uma barbaridade dessas pra ninguém. Não precisava disso, nem preciso: afinal, eu tenho outras coisas que eu faço e das quais eu posso dizer que "ah, eu sou isso" ou "oh, eu sou aquilo", mesmo dentro da Mojo, como acabei de dizer.
Cheguei a algumas conclusões lógicas e que podem mesmo levar um simples observador a certa confusão. Por exemplo, em relação ao MojoCast, que foi ao ar em 2007: eu comandava o show, sempre discutindo com Ricardo e Danilo sobre as atrações musicais que fariam parte dele antecipadamente; porém, o fato da minha voz ir ao ar pode ter levado algumas pessoas a pensar algo diferente da realidade – mesmo eu declarando várias vezes no show que eu era só um MC naquele lugar.
Outra é o fato de eu ter assinado mais de setenta capas da Mojo, nesses quase 24 meses de editora. Imagino que meu nome esteja, sim, plenamente identificado com a primeira editora 100% digital do Brasil, e até aí é bom que seja assim, pois eu estou no time desde o começo.
Mas o fato de estar no time quer dizer apenas que eu apostei no projeto desde sempre, que eu estava lá quando fui requisitado e que eu colaborei como pude para a Mojo chegar onde chegou hoje. Não só eu, mas muitos outros fizeram e fazem a sua parte nisso. Porque a Mojo é legal, sabem? Mas daí a extrapolar que eu sou proprietário? Um pouquinho demais pra mim. Se um dia isso acontecesse, seria público. Não acham? Meus créditos estão em cada livro Mojo. Só procurar pra ver :)
Isto colocado, espero mesmo que ninguém mais me venha com papos. Porque pra mim a situação é muito clara. E, espero de uma vez por todas, esteja clara pra todos agora. Pois se tem uma coisa que eu quero é seguir com a Mojo pra onde for. Mas sem tretas pra mim. E é por isso que uma declaração pública se faz muito necessária. Tem um motivo pra eu estar fazendo isso e quem sabe o motivo também sabe que isso é o melhor a ser feito. Porque editoras, empresas, essas coisas podem até passar, mas as amizades devem ficar e superar isso, ok?
Todos no Tapas daqui a pouco, então!
Quem toca? Nas picapes, Mojo DJs (Danilo, Gia7 e Delfin) e o convidado da noite, DJ Trepanado. A banda SUITE faz o som no elevado tapístico.
O flyer é da MojoKitten Haydée Kubinhos, artista oficial do Mojo Club:

Gostou? Quer mais? Então saiba que ainda vão rolar uns filminhos com as Smiling Naked Girls! Sim, garotas nuas e sorridentes! Afinal, não se esqueça, o Tapas é um oásis, mas ainda fica na Rua Augusta, 1200 (na real é 1246, mas eu falo 1200 porque é mais fácil de guardar, não é? — do ladinho do Iboritama). Ainda assim você precisa de um mapa? Então tome um mapa! Se você for uma pessoa descolada, ainda pode ser selecionada para figurar na Ilha de Mojos! Duvida? Veja como foi a festa passada, clicando aqui!
Perfecto?
Então aproveito para desfazer um mal entendido que se espalha sem intenção nenhuma de minha parte. Afinal, eu já disse antes que eu tenho alguns papéis na e-ditora, mas eu não sou sócio nem criador da Mojo. Fui o diretor de arte da Mojo, criador das duas versões do logo da editora, do padrão visual dos livros, e hoje sou, neste momento, editor dos Mojo Comix. E me considero, claro, anfitrião das festas do Tapas, junto com Ricardo e Danilo, meus amigos (o Gia há quase vinte anos) e os reais donos da Mojo. Fiquei pensando o porque desse boato ter se disseminado tanto, visto que eu nunca diria uma barbaridade dessas pra ninguém. Não precisava disso, nem preciso: afinal, eu tenho outras coisas que eu faço e das quais eu posso dizer que "ah, eu sou isso" ou "oh, eu sou aquilo", mesmo dentro da Mojo, como acabei de dizer.
Cheguei a algumas conclusões lógicas e que podem mesmo levar um simples observador a certa confusão. Por exemplo, em relação ao MojoCast, que foi ao ar em 2007: eu comandava o show, sempre discutindo com Ricardo e Danilo sobre as atrações musicais que fariam parte dele antecipadamente; porém, o fato da minha voz ir ao ar pode ter levado algumas pessoas a pensar algo diferente da realidade – mesmo eu declarando várias vezes no show que eu era só um MC naquele lugar.
Outra é o fato de eu ter assinado mais de setenta capas da Mojo, nesses quase 24 meses de editora. Imagino que meu nome esteja, sim, plenamente identificado com a primeira editora 100% digital do Brasil, e até aí é bom que seja assim, pois eu estou no time desde o começo.
Mas o fato de estar no time quer dizer apenas que eu apostei no projeto desde sempre, que eu estava lá quando fui requisitado e que eu colaborei como pude para a Mojo chegar onde chegou hoje. Não só eu, mas muitos outros fizeram e fazem a sua parte nisso. Porque a Mojo é legal, sabem? Mas daí a extrapolar que eu sou proprietário? Um pouquinho demais pra mim. Se um dia isso acontecesse, seria público. Não acham? Meus créditos estão em cada livro Mojo. Só procurar pra ver :)
Isto colocado, espero mesmo que ninguém mais me venha com papos. Porque pra mim a situação é muito clara. E, espero de uma vez por todas, esteja clara pra todos agora. Pois se tem uma coisa que eu quero é seguir com a Mojo pra onde for. Mas sem tretas pra mim. E é por isso que uma declaração pública se faz muito necessária. Tem um motivo pra eu estar fazendo isso e quem sabe o motivo também sabe que isso é o melhor a ser feito. Porque editoras, empresas, essas coisas podem até passar, mas as amizades devem ficar e superar isso, ok?
Todos no Tapas daqui a pouco, então!




