O caso Casé (não o meu)
Quando a gente pensa que mais nada pode te dar a certeza de que há algo de ainda mais podre envolvendo as pessoas cariocas que te ferraram, eis que o Forasta, meu penúltimo chefe (na Pixel), amante dos quadrinhos e tremendo boa praça, toma fôlego e republica em seu blog a sua fatídica coluna de um longínquo 1995, num Folhateen que não babava tantos ovos nem é tão asséptico como hoje. Assim como eu, o André teve seus problemas com uma figura luminar da família Casé. Talvez a prova de que a verdade dói, não é verdade? Aqui vem o texto.
Olha só o tipo de gente de quem eu me livrei. Aqueles dois definitivamente devem se merecer.
Olha só o tipo de gente de quem eu me livrei. Aqueles dois definitivamente devem se merecer.




